inova.jor

inova.jor

Saúde móvel pode se tornar a principal aplicação dos vestíveis

Cresce o uso de pulseiras inteligentes, para aplicações de saúde / Emily A. Stewart/Creative Commons
Cresce o uso de pulseiras inteligentes, para aplicações de saúde / Emily A. Stewart/Creative Commons

Os computadores vestíveis, como relógios inteligentes, já são tendência há alguns anos, mas a maioria das pessoas ainda não sabe muito bem o que fazer com eles.

Uma pesquisa da Accenture mostra que uma aplicação de sucesso é na área da saúde móvel, segundo a Business Insider. A consultoria ouviu mais de 8 mil consumidores em sete países.

Desse total, 33% reponderam que usavam aplicativos de saúde, comparados a 16% em 2014, e 21% adotavam vestíveis, como os produtos da Fitbit, frente a somente 9% há dois anos.

A pesquisa trouxe outros dados interessantes. Noventa por cento dos respondentes compartilhariam dados com médicos e hospitais, mas somente 63% aceitariam tornar suas informações disponíveis para empresas de seguros.

Novas funcionalidades

Em setembro de 2015, entrevistei o presidente mundial da Acer, Jason Chen. Para o executivo, a aplicação dos vestíveis à saúde vai se massificar quando os dispositivos ganharem novas funcionalidades, como a capacidade de medir a pressão e a taxa de glicose no sangue.

“Em até três anos, acho que teremos medição de pressão. A taxa de glicose deve demorar um pouco mais tempo. As pessoas realmente precisam disso”, disse Chen naquela ocasião.

Comentários

comentários

Publicações relacionadas

O Pebble tem entre 2,2% e 3,3% de participação de mercado, dependendo da consultoria / Jonas Birmé/Creative Commons

Como está o mercado de relógios inteligentes

O mercado de relógios inteligentes cresceu 60% no terceiro trimestre, com vendas de 6,1 milhões de unidades em todo o mundo, segundo a consultoria Canalys. O resultado é bem diferente do que foi divulgado alguns dias antes por outra consultoria. De acordo com a IDC, o mercado de smartwatches caiu[…]

Leia mais »
A Angola Cables é considerada uma empresa-âncora do Parque Tecnológico de Fortaleza / Divulgação

Por que a Angola Cables quer conectar o Brasil à África

Os Estados Unidos ainda concentram boa parte do tráfego mundial de internet. Provedores de outros países contratam conexões até lá e as comunicações internacionais passam pela infraestrutura norte-americana. Os projetos da Angola Cables fazem parte de um esforço de descentralização. O West Africa Cable System (Wacs), sistema de cabos submarinos[…]

Leia mais »

3 comments

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Bitnami