inova.jor

inova.jor

TIM: ‘O brasileiro ama o celular, mas odeia a operadora’

Rodrigo Abreu, durante lançamento da nova marca da TIM Brasil. Foto: Mariana Lima
Rodrigo Abreu apresenta a nova marca da TIM Brasil / Foto: Mariana Lima/inova.jor

Com investimento previsto de R$ 14 bilhões até 2017, a TIM Brasil quer se tornar a queridinha dos usuários de telefonia móvel e internet de banda larga nos próximos anos. Entre as principais apostas da empresa está a melhora da experiência no uso da internet.

“Nos últimos três anos, investimos para recuperar a imagem da TIM. Fomos uma marca em que a qualidade era questionada”, afirmou o presidente da TIM Brasil, Rodrigo Abreu, durante apresentação da nova marca da companhia em São Paulo.

Segundo Abreu, a tecnologia 4G receberá a maior fatia dos investimentos da empresa. “Também vamos melhorar a qualidade de 3G em corredores de circulação, estradas e em áreas contíguas que não necessariamente tem obrigação de cobertura”, completou Abreu.

O presidente da TIM Brasil afirmou que o serviço de banda larga fixa da empresa não terá limites de uso, como as concorrentes Vivo e Net. O executivo destacou, no entanto, que o serviço hoje só funciona em algumas regiões de São Paulo e Rio de Janeiro e não terá expansão para outros Estados nos próximos meses.

“O foco de banda larga permanece em São Paulo e Rio. Precisamos ter maior estrutura em banda larga para poder oferecer o serviço que prometemos em outros Estados”, declarou.

Crítica

“No Brasil, o usuário ama o seu celular, mas odeia a sua operadora”, disse o presidente da TIM, em tom de mea culpa.

Segundo o executivo, as empresas de telecomunicações não reconhecem que muitos dos seus serviços oferecem experiências ruins ao usuário.

“O setor tem de reconhecer que a relação com o usuário é ruim. É o problema de contas que não são entendidas, de reclamações não resolvidas ou de questões que demoram para ser remediadas. Não excluo a TIM. A transparência não era norma na comunicação de planos, ofertas e serviços”, completou o executivo, acrescentando que quer mudar isso.

Comentários

comentários

Publicações relacionadas

Setor brasileiro de telecomunicações depende menos das grandes operadoras / Oleg Zaytsev/Creative Commons

‘Cenário da competição nas telecomunicações começa a mudar’

O mercado brasileiro de telecomunicações está menos dependente dos grandes players. Operadoras competitivas têm conseguido criar alternativas tanto no acesso e na rede de transporte quanto em conexões internacionais. A participação de mercado das empresas competitivas chegou a 18,8% em agosto deste ano. No fim de 2015, era de 14%.[…]

Leia mais »
Para Sherry Turkle, a conectividade tem tirado nossa capacidade de ficar sozinhos

Estamos perdendo a capacidade de conversar por causa do smartphone?

Ciberespaço é um conceito que já não faz sentido, e seu próprio criador, o escritor William Gibson, admite isso. Antes, nos conectávamos para ir a um mundo virtual. Hoje, estamos o tempo todo conectados, com um smartphone no bolso e várias telas ao nosso redor a mostrar informações digitais. Mas quais os impactos dessa hiperconectividade[…]

Leia mais »

3 comments

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Bitnami