inova.jor

inova.jor

Para onde vai o mercado de relógios inteligentes

O smartwatch da Apple deixou recentemente de ter aplicativos importantes como Google Maps / informedmag.com/Creative Commons
O smartwatch da Apple deixou de ter aplicativos importantes como Google Maps / informedmag.com/Creative Commons

O relógio inteligente (ou smartwatch) já foi apontado o sucessor do smartphone como grande sucesso do mercado de eletrônicos de consumo. Mas a previsão não se concretizou.

No ano passado, as vendas mundiais do produto apresentaram, pela primeira vez na história, queda em faturamento (de 2%, segundo a consultoria Strategy Analytics).

Atualmente, é um mercado dominado pela Apple (que ficou com uma fatia de 55% das vendas em 2016, comparados a 11,4% da segunda colocada, a Samsung).

Mesmo assim, várias empresas importantes têm acabado com a versão de seus aplicativos para Apple Watch.

Segundo o site Apple Insider, recentemente aplicativos importantes como Google Maps, eBay e Amazon deixaram de ter sua versão para o smartwatch da Apple.

Competição

Apesar do avanço de fabricantes chineses, o mercado de relógios inteligentes é basicamente da Apple e da Samsung.

No ano passado, competidores importantes descontinuaram seus produtos como a Moto (marca que hoje pertence à Lenovo) e a Pebble.

Essas mudanças acontecem num momento em que o próprio futuro dos smartphones é questionado.

As vendas de celulares inteligentes está desacelerando, com as taxas de crescimento anual caindo para um dígito. E, uma década depois do lançamento do primeiro iPhone, as inovações parecem ter estagnado também.

Mesmo assim, o mercado de smartphones continua a ser muito maior do que qualquer vestíveis, com 1,47 bilhão de unidades vendidas no ano passado.

Comentários

comentários

Publicações relacionadas

Vista aérea de Brasília: pouca compra de produtos tecnológicos pelo governo está entre os fatores da avaliação ruim

Por que o Brasil está ficando para trás em inovação

Na edição mais recente do ranking de competitividade do Fórum Econômico Mundial, o Brasil foi o país que apresentou o pior desempenho, ao perder 18 posições e ficar na 75.ª posição, entre 140 países. Em inovação, um dos indicadores que compõem o ranking, o tombo foi ainda maior: o Brasil[…]

Leia mais »
O Banco inter lançou recentemente o serviço de banco digital para pequenas e médias empresas / Renato Cruz/inova.jor

Banco Inter quer ser o primeiro banco brasileiro 100% na nuvem

O Banco Inter quer se tornar o primeiro banco brasileiro 100% na nuvem. Controlado pela família Menin, dona da incorporadora MRV, oferece contas digitais sem a cobrança de tarifa desde 2015. “Como banco de varejo, já nascemos digitais”, afirma João Vitor Menin, presidente do Banco Inter. “Nunca chegamos a ter[…]

Leia mais »

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Bitnami